Com quatro jogadores no grupo, campeões da Segundona Gaúcha pelo Avenida - Alê Menezes, Felipe Cardoso, Márcio Nunes e Rincon - o técnico do Aimoré Edinho Costa conta com uma espinha dorsal bem interessante para iniciar a Copinha. A partir daí começa a projetar o seu time ideal. Claro que ainda é cedo para divulgá-lo, pois muitas vezes as peças precisam passar por algumas adaptações. Novo clube, nova filosofia de trabalho, novo projeto. Porém, na sua cabeça, provavelmente Edinho já tenha até os reservas para cada posição. Correndo contra o tempo, o jovem treinador usou três critério na formação do seu time ideal: grupo renovado, vitorioso e com ritmo de jogo. Não necessariamente neste ordem, porém, com essas caraterística no currículo.
Renovação
Para um primeiro trabalho é impossível você chegar em uma casa cheio de cobras criadas e cheio de vícios. Foi por isso que Edinho Costa e os demais homens do futebol do Aimoré começaram a formatar o grupo limpando a área. Quando todos achavam que o preparador físico José Lummertz e o auxiliar técnico Marcelo Rudolph - ambos muito elogiados - ficaria no estádio a direção voltou atrás e preferiu demiti-los. Atitude corretíssima. Se é para fazer diferente, não tem porque repetir as mesmas caras.
Vitoriosos
Outro critério adotado pela direção foi optar por atletas vitoriosos. Antes de qualquer contato com esse ou aquele jogador, o seu histórico foi avaliado. Por onde passou e os títulos conquistou. Atletas que não colocam faixa no peito é sinal que jogam somente pelo salário do mês. Portanto, neste caso específico, a melhor alternativa é apostar na base, caso contrário é colocar dinheiro fora. Lembram do time do Aimoré na Copinha!
Ritmo de jogo
Na correria para colocar um time em campo em menos de 20 dias, o ritmo de jogo era quase que fundamental. Edinho Costa, Guilherme Machado e Luciano Lopes, além é claro, do incansável Renan Mombarach, gerente de futebol, não poderiam se dar o luxo de contratar jogadores com mais de um mês parado. A princípio pode parecer moleza, mas em praticamente sete dias eles formaram um grupo que no papel é um dos melhores desde a volta do Índio, em 2006.
De igual para igual
Com Paulo Roberto, Tiaguinho, Márcio Nunes, Fabrício e Ismael; Carlos Alberto, Rangel, Rincon e Dênio; Alê e Felipe Garopaba em campo, além de muitos outros que não citei, dá para perfeitamente encarar um Novo Hamburgo, no grande clássico do Vale por exemplo, de igual para igual. Caso contrário seria uma disputa de Davi contra Golias. Aliás, com esse time, ou um o outro que o treinador optar, o Aimoré deverá encarar todos os outros clubes - tirando o Pedra Branca, todas equipes da chave 1 são da Série A do futebol gaúcho - com grande chance de vitórias. Caso contrário seria quase impossível.
Ventos à favor
Quando os ventos sopram à favor, parecem que tudo ajuda. A tabela da primeira fase é um exemplo. O Aimoré inicia a competição com dois jogos fora. Assim o time do técnico Edinho não precisa impor o seu jogo. Passando para a equipe da casa a responsabilidade. Assim mais possibilidade de contra ataque e menos esforço físico. Além é claro, de atuar diante do seu torcedor - na terceira rodada diante do Inter - com mais ritmo de jogo. Empate ou vitória fora dará uma credibilidade enorme para estrear em casa.
Você sabia?
Que o Felipe Garopaba é o mesmo Felipe Cardoso ex-Sapucaiense?
Que ontem a direção do Sapucaiense se reuniu com a do Aimoré para acertar o empréstimo do campo para Copa do Brasil de 2010?
Que o Sapucaiense está acertando com dez empresários para opter recurso na Copinha?
Que o presidente Chico Novelleto, ajudará o clube na Copa do Brasil?
21 julho, 2011
Na cabeça
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário