Renovação
Gostei da confirmação de Edinho Fernando Costa como novo técnico do Aimoré. Há duas semanas havia escrito aqui neste espaço que seu nome era o mais forte para assumir a casa mata índia. Segundo informações, Edinho foi unanimidade. Se ele, Guilherme Machado (preparador físico) e Luciano Lopes (treinador de goleiros) são as melhores opções, confesso que não sei, mas para quem apostava muito em Círio Quadros e companhia - ditos como uma comissão cascuda - acho que os meninos têm grande chance de fazer um bom trabalho.
O campo não mente
Não tenho a mínima ideia de como será Edinho Costa como treinador. Admirava muito o seu futebol refinado em campo. Porém, é um novo desafio e há uma diferença enorme entre jogador e treinador. A seu favor conta muito sua experiência de vestiário e técnicos com quem trabalhou. Edinho parece que leva ao pé da letra o ditado que diz ‘‘o campo não mente’’. Dando a entender que no seu time o jogador é que se escala, não importando a idade do atleta. A cada jogo precisará de duas vitórias: para ele e para o grupo. Fácil não será, mas como disse um político na sua campanha: pior que está não fica.
Fiel escudeiro
Edinho não estará sozinho nesta jornada. Terá ao seu lado o experiente Euclides Ruaro, último técnico que subiu com o Aimoré em 1991. Ruaro é uma das peças raras no futebol. Só quem convive e conversa com ele para saber o que estou dizendo. Conhece quem joga só pelo jeito de caminhar. Acho que é uma química interessante unir juventude com experiência.
Apoio permanenteCom Werner Carvalho, Felipe Becker, Euclides Ruaro e até mesmo André Schu, que trabalha nos bastidores, Edinho contará com apoio permanente dentro e fora do vestiário. Com certeza se todos falarem a mesma língua quem ganhará é o futebol índio.
Decisões
Acompanhei as primeiras semifinais da Limfa e Limfi. As duas entidades continuam dando show de organização. Três jogos, mais de mil pessoas no estádio Cristo Rei e nenhum incidente. Parece que os atletas de final de semana resolveram mesmo apelar para o futebol. Pela manhã a primeira zebra. Tirando o pessoal do Alfa, do técnico Helton, ninguém dizia que a equipe do bairro Feitoria passaria pelo Alambique. A soberba nunca vence.
DiferençaÀ tarde, no confronto da sub-17 entre Alambique e Independência, o time da baixada foi bem melhor. Quando relaxou um pouquinho a equipe do técnico Reni de Oliveira, o Gão, até descontou, mas a qualidade técnica e a idade fizeram a diferença. Gão me disse que no seu grupo a grande maioria dos meninos tem 15 anos.
Equilíbrio e morno
No jogo entre Alambique e Santos Dumont, pela Copa dos Campeões, confesso que eu esperava mais. O jogo foi equilibrado e morno. Quem não tinha bandeira estava torcendo para que ocorresse um gol. Assim, a partida poderia tomar um novo rumo. O gol até aconteceu, porém o Alambique empatou e voltou a ficar chato. Melhorou no final do segundo tempo e ficou emocionante nas cobranças de pênalti, quando brilhou a estrela do goleiro Abel, do time da baixada.
Frase da semana
‘‘Organizar não é só contratar jogador, mas sim colocar a casa em ordem. Podemos até levar pau, mas estaremos fazendo o nosso melhor.’’ Felipe Becker é diretor de futebol do Aimoré
Você sabia?
Que o Novo Hamburgo renovou com Rodrigo Mendes?Que o ex-jogador Uh!Fabiano é o auxiliar técnico de Rodrigo Bandeira no São José de Porto Alegre?
Que a parceria iniciou no União Frederiquense, onde Fabiano foi contratado para jogar e acabou na casa mata?
Que a Ulbra/Universidade ou Canoas Sport Club, como queiram, tem uma dívida de quase R$ 2,5 milhões?
Que a única receita do clube canoense vem do município?
14 julho, 2011
Coluna Arquibancada do dia 14 de julho
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário