Sem dinheiro, sem futebol
Muito se cobra do Aimoré, ou melhor da direção, reforços para tentar alcançar o seu principal objetivo, que com a derrota para o Brasil-Far na quinta-feira ficou cada vez mais complicado. Mas a realidade do nosso futebol continua difícil para não falarmos impossível.
Contramão
Esta semana, na contramão a tudo isso, acompanhamos a fortuna oferecida a Kaká, Cristiano Ronaldo e até mesmo ao nosso Felipão, o mundo irreal que é essa paixão chamada futebol. O quanto esses bilionários de plantão desafiam as cifras, sendo capaz de misturar amor e negócio ao mesmo tempo.
Triste realidade
Infelizmente a nossa realidade é outra. A situação piora a cada competição e os investidores se tornaram cada vez mais escassos. As dívidas crescem e os presidentes se vêm encurralados em um beco sem saída. No dia-a-dia do clube, os cobradores não param de bater na porta. São cobranças recentes e também antigas. Na quarta-feira, para se ter uma ideia, o presidente do Conselho Deliberativo do Inter-SM, Régis Cassol, divulgou o tamanho da sua dívida: R$ 260 mil, sendo que R$ 130 mil dizem respeito à folha de pagamento ainda do Gauchão 2009.
Esperança
O Sapucaiense tenta, com um conselho gestor, ressurgir das cinzas, pois também corre atrás do prejuízo. Enfim, aqui neste mundo real, estão todos no mesmo barco e em busca de um milagre. Leco quem diga, pois agora vai precisar de um para tentar sair desta situação. Sem dinheiro para contratar um Ronaldinho, como brincou, vai tentando achar a solução em seu grupo, mas talvez nunca encontre e o sonho se torne cada dia mais distante.
16 junho, 2009
Coluna arquibancada do dia 9 de junho
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