20 fevereiro, 2008

Machão


Na hora de escolher um substituto para Mano Menezes, os dirigentes do Grêmio se fixaram em Vágner Mancini levados pelo pensamento mágico. Na campanha do título da Copa do Brasil de 2005, Mancini eliminou o Inter, e, na final, derrotou o Fluminense de Abel Braga, que hoje está no Inter. Logo, é o cara ideal para os enfrentamentos com o rival.
Caíram na realidade em meio a uma campanha exemplar da equipe dirigida pelo novo técnico – quatro vitórias e dois empates. Exemplar, é claro, em termos matemáticos.
Mancini reclama que lhe pediam marcação mais forte, ao estilo gaúcho, sem lhe terem dado jogadores com esse perfil.
O interino Julinho Camargo tirou o Roger do meio-campo, colocando-o como segundo atacante, e preencheu o setor com garotos. Bastou isso para formar um time compacto e vencer a Ulbra.
Amanhã começa a era Celso Roth. O Grêmio vai recuperar a cara de Grêmio, sem dúvida. A questão: até quando?

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