02 agosto, 2010

Gre-Nal fraquinho

Mais um Gre-Nal fraquinho. Bom para os técnicos, principalmente para Silas que estava na dególa. Com esse empate ganhou mais uns dias para arrumar a casa. Que eu acho difícil acontecer. No deste domingo duas posições precaria entre os gremistas: Não há lateral direito e muito menos esquerdo. Sendo assim, o time fica sem saída de bola. Na direita aliás, já se tornou um problema crônico no Olimpico. O professor Douglas Rocha, amigão e colega do Programa Arquibancada, costuma dizer que essa posição se faz em casa. Acho que se trantando de dupla Gre-Nal os professores esqueceram a fórmula.

Chelsea está disposto a pagar R$ 170 milhões por Kaká

Nessas horas acho que futebol não é momento, pois se fosse o Chelsea não estaria disposto em tirar Kaká do Real Madrid por uma bacatela de R$ 170 milhões. Para isso ex-time de Felipão quer usar a influência de seu treinador atual, Carlo Ancelotti, que comandou o brazuca no Milan para a contratação. É o que garante o jornal inglês “The Sun”, que fala ainda em investimento de 65 milhões de libras (cerca de R$ 170 milhões) por parte do clube londrino. A imprensa inglesa garante que o técnico do Real Madrid, José Mourinho, poderia aceitar a oferta. Na Espanha, fala-se que o clube usaria o dinheiro da transferência para tentar o alemão Özil, do Werder Bremen. Ancelotti, porém, prefere desconversar.

É justo?

Não foi entrar no mérito, até porque apreendi que enquanto não for julgado, todos somos inocentes. Sendo assim ontem Ércio Quaresma, advogado que defende o goleiro Bruno e mais seis pessoas indiciadas pela Polícia de Minas Gerais pelo desaparecimento e morte da ex-amante do goleiro, Eliza Samúdio, esteve na sede do clube para cobrar uma dívida de cerca de R$ 1 milhão do Rubro-Negro com o seu cliente. A suposta dívida seria relativa a salários, direito de imagem e premiação pela conquista do Brasileiro de 2009. Nesta terça-feira, o Procurador Geral do clube, Rafael De Piro reafirmou que o Flamengo vai pagar o que deve ao goleiro. No entanto, o valor não computará os dias após a suspensão do jogador. Os dirigentes estimam a dívida em R$ 300 mil. Em contrapartida, o documento para a demissão por justa causa está pronto, mas ainda não tem data para ser assinado pela presidente Patricia Amorim.

Melhor que esperava

Gostei do amistoso entre Sapucaiense e Cerâmica. Apesar da chuva, e de ser o primeiro, já dá para notar um rubro-negro bem arrumado em campo taticamente. O problema deve ser mesmo o lado esquerdo. Como o Vasco, que é da função se machucou no treino de sexta-feira, o jovem Raone - que está em fase de teste - precisou mostrar se realmente tem bala na agulha para o cargo. Não comprometeu, mas está longe de ser o titular ou brigar pelo posto.

Xerife
No coletivo dava para notar isso, mas no amistoso de sábado se comprovou. O zagueiro Luís Henrique será o xerifão desse novo Sapucaiense. Diante do Cerâmica, mostrou que não brinca em serviço. O jeito de jogar do novo capitão rubro-negro arrancou elogios até mesmo do presidente Ibanor Catto. Conforme Catto, é assim que ele gosta de zagueiro: firme por baixo e seguro por cima.

Problemas
No primeiro tempo alguns problemas. Mesmo sem um lateral esquerdo de oficio, o time insistiu em jogar daquele lado do campo. E esse era o melhor lado do Cerâmica, que tinha Jéferson, Cidinho e Fusca. Menos mal que a triangulação desses três foi uma só. Consequentemente, a melhor oportunidade da equipe de Gravataí quando Santiago cabeceou no canto do goleiro Rodrigo.

Acertos
Na segunda etapa o técnico Rodrigo Bandeira arrumou a casa. Gian começou a participar mais do jogo. Com isso o Sapuca cresceu na partida. Evandro e Ícaro também se acharam no meio, já que nos primeiros 40 minutos os dois muitas vezes ocupavam o mesmo espaço.

Alternativas
No final do jogo uma alternativa interessante. Gian foi para esquerda e Caju na direita. Bandeira já disse que não gosta de inventar, mas acho que com essa mudança, em determinados momentos, acaba resolvendo um problemão.

Avaliação dos jogadores
Rodrigo:
Não foi muito exigido, mas já deu para notar que conversa muito com a linha de zagueiros. Isso é bom. Pelo menos gosto quando um goleiro participa do jogo. Afinal, não há pessoa mais indicada para orientar os zagueiros.
Gian: No primeiro tempo quase não apareceu no jogo. Acho até que não foi sua culpa, pois o time estava torto. Na segunda etapa foi bem melhor.
Cirilo: Conhece o território. Faz o simples e necessário. É bom na bola aérea e não inventa por baixo.
Luís Henrique: Também gosto de zagueiro assim, que se impõe. Passa segurança ao grupo. Desde a saída do zagueiro Lacerda, o Sapucaiense estava órfão de uma pessoa que comandasse o elenco em campo. Parece que apareceu. O que me preocupa é quando não jogar.
Raone: Não comprometeu, mas um pouco perdido em campo. Também o seu lado era o mais forte do adversário. Insisto que esse canto será a dor de cabeça do treinador.
Douglas: O mesmo de sempre. Corre e marca muito. Estou curioso para saber se ele e o Toto poderão atuar juntos, pois o estilo de um é muito semelhante ao do outro.
Evandro: Acho que entrou para fazer a segunda função no meio e em certos momentos da partida ficou perdido. Não sabia se marcava ou sai para jogar.
Ícaro: Era para jogar ao lado do Cleiton e acabou fazendo a segunda função pela direita. Nesse amistoso teve que conter as jogadas do Dênio, que aliás conseguiu. Na segunda etapa foi bem melhor que a primeira. Até porque tanto ele como o Evandro definiram o que os dois fariam.
Cleiton: Foi pouco participativo. Não é o dez de oficio. Aquele que dita a partida, mas é jogador que se encaixa no esquema do técnico. No primeiro tempo deu para contar nos dedos o número de vezes que pegou na bola. Até porque ficou muito centralizado. Já na segunda etapa se posicionou mais do lado esquerdo do campo. Aí respirou e conseguiu fazer algumas jogadas.
Tiago Matos: Aquele jogador que já conhecemos. Apesar de estar fora de ritmo, participa bastante do jogo. Pelo que mostrou no primeiro semestre, no decorrer da competição vai crescendo em campo.
Felipe Cardoso: Faltou entrosamento entre ele e o Tiago Matos. Mas os dois têm tudo para fazer um grande campeonato. São dois jogadores de muita movimentação. Mauricio: Entrou no lugar do Cirilo e foi bem. Também não inventa muito. Fez o básico, mas o suficiente.
Toto: Já conheço, mas estou curioso para saber como ele e o Douglas se encaixam juntos. No jogo de sábado pouco deu para analisar, pois entrou já no final.
Felipinho: Pouco tempo em campo. Mas continuo achando que é uma aposta bem interessante. Claro, que é preciso passar confiança para o menino, a mesma que tem nos campos da várzea da região.
Bandeira: Acho que pelo pouco tempo que teve, o adversário que enfrentou, que além de estar junto há um bom tempo, já conseguiu passar para os jogadores o que pensa e quer dentro de campo. A principal missão deve ser achar o equilíbrio deste time. Se conseguir terá bons frutos.

Inimigo íntimo
Em época de eleição é comum uma pessoa mudar o seu voto. Se tratando de Aimoré, então... Estou ouvindo muita gente prometendo voto para os dois candidatos. Talvez esse seja o maior perigo no dia da apuração. O maior inimigo pode estar do seu lado. Portanto, se Márcio Picoli contabiliza 20 votos e o mesmo número é calculado pelo Bombassaro, alguém deve estar contando o voto da mesma pessoa. Cuidado!

Quicando a bola
Limfa ou Licfas: Quem jogará primeiro. Um briga para começar a competição e o outro para encerrar a sua. Em Novo Hamburgo, o pessoal peleia para ver se terá ou não o seu municipal.
Quebra pau: Pelo que soube, o amistoso entre Nacional e Academia do Morro, que ocorreu na sexta-feira, além de começar com um hora de atraso, acabou mais cedo. Tudo porque fechou o barraco na segunda etapa. É lamentável. O placar ficou em 1 a 1.

Agora vai pegar foco

Marlos Bombassaro confirmou sua candidatura à presidência do Clube Esportivo Aimoré. Novidade não é porque muita gente já sabia. Faltava mesmo o anuncio oficial, que saiu depois da famosa janta com empresários. Que ocorreu na última quinta-feira à noite. Aliás, um número bem interessante de pessoas presentes e além da volta de alguns guerreiros, muita gente nova querendo fazer parte da aldeia.

Rápido e prático
Bombassaro, no seu discurso, para usar uma expressão eleitoreira, foi bem rápido e prático na sua apresentação. Falou o que pensa do índio hoje e o que projeta se for eleito. Conforme ele, a decisão de concorrer se deu por achar que algo novo precisa ser feito. Pelos menos foi o que ressaltou o candidato. Bombassaro também deixou claro que a ideia ainda é unir e não dividir, por isso não jogou a toalha em tentar convencer Márcio Picoli a se juntar a ele.

Primeira vitória
A primeira vitória de Bombassaro saiu na mesma noite que oficializou sua candidatura. Paulo Dutra da Costa, o Paulo Xis, que também era um dos candidatos a presidência, acabou se unindo ao médico. Paulo e Bombassaro praticamente dividiam os meus votos entre os conselheiros, agora com essa união a chapa ganha mais força e mais adeptos. Consequentemente aumenta a briga.

Vice presidente
Quem também se mostrou entusiasmado com a candidatura do médico Marlos Bombassaro foi Juarez da Rosa, da Impresso Portão. Ele será um dos vice do doutor. E deixou claro: Chega para mostrar trabalho. E parece que não vem sozinho. Ele mesmo já tem procurado empresários da cidade para se unir a causa. Pelo discurso que deu, parece que vontade e dedicação não irá faltar.

Prontos para votar
Pelo que soube, nos últimos dias, tem sido movimentada a secretária do clube aimoresita. Muita gente ligando e colocando as contas em dia, para no dia 12 de agosto poder está apto a votar. Já havia dito isso, e pelo andar da carroagem parece mesmo que no dia da eleição haverá um grande número de conselheiros comparecerem as urnas.

Está forte
Se Bombassaro ganha força se unindo ao Paulo Xis e conta com os apoio de alguns ex-presidente e o presidente da AOB leopodense, Márcio Picoli não fica para trás e segue forte na sua campanha. Do seu lado, além do triunvirato, está alguns representantes do nosso poder público. Com todo esse movimento, pode ter certeza que essa eleição deverá ter poucos votos diferença entre um e outro.

Mais maduro
Não é nenhuma novidade que aprendemos com os erros. Até porque os acertos poucas vezes é lembrado. Na entrevista que fiz essa semana como o presidente Sandro Borowski, do Aimoré, mostram bem isso. Sandro parece estar bem mais maduro e talvez preparado para a função. Reconhece os erros - e é preciso ressaltar esse detalhe -, e deixa claro que ao invés de falar resolveu fazer.

Um time rápido
Hoje o torcedor rubro-negro poderá ver o primeiro amistoso do seu time. Pelo coletivo que vi nessa semana, parece um time bem melhor que aquele que disputou a Segundona. O lado direito por exemplo é muito bom. Talvez esteja faltando uma perna esquerda no meio, para ficar mais equilibrado.

Quicando a bola
Gre-Nal: Mais um com um time em alta e o outro sobe a desconfiança do torcedor. Certo mesmo é a queda do Silas em um possível derrota do Grêmio. Já Celso Roth está nas nuvens.

Bola cheia: Para o Internacional. Fez a lição de casa. Ganhou e em nenhum momento deixou o torcedor preocupado, pois o São Paulo se acolvardou. Celso Roth mais uma fez surpreendeu. Optou por Renan ao invés do experiente Pato. Conseguiu colocar a casa em ordem. Recuperou o bom futebol do Taíson. Mostrou que técnico tem sim uma grande parcela de culpa nas derrotas, mas grande méritos na vitória.

Bola murcha: Para o Nacional. Faltou atitude dos dirigentes leopoldense diante da direção anilada. Não dá para transferir um amistoso minutos antes do jogo. Como fica os torcedores e a comunidade que se deslocou até o local? Sem falar da imprensa e toda a logística que eles mesmo prepararam. Nessas horas é que mostramos o tamanho de nossa grandesa. Se o gramado está ruim, por causa das chuvas, não é um problema localizado, todos os campos do Estado tem sofrido com isso. Faltou respeito com sigo próprio.