15 julho, 2008

Coluna Arquibancada do dia 15 julho

Sem bola
Um fato no minímo engraçado no futebol varzeano de São Leopoldo. No domingo durante a partida entre o juniores do Alfa e ABC o jogo foi interrompido aos 15 minutos do segundo tempo por falta de bola. O presidente Davi do Alfa até correu atrás para ver se conseguia em algum clube vizinho, mais literalmente ninguém lhe deu bola. Sem bola, sem jogo. Não terminou o juniores e muito menos começou o titulares.

W.O
No artigo 14 do campeonato não fala nada em W.O mais sim em perda dos pontos, caso o clube mandante cometa alguma irregularidade. Até porque se acontecesse o W.O o clube era desclassificado da competição. Para o presidente da Limfa, João de Oliveira, a situação poderia ter sido resolvida com um simples telefonema para entidade, que disponha de várias bolas na sua sede.

Quicando a bola
Solução: Será que os times que jogam sábado à tarde naquele campo não teriam uma maldita bola para emprestar?
Três: No começo de cada campeonato a Limfa repassa três bola para cada clube, e João deixa bem claro, quem precisa de mais é fornecido. Então onde está as do Alfa?
Sem contato: Tentei ontem várias vezes o contato com o presidente do clube, por meio do seu celular, mas não obtive sucesso. Deixo o canal aberto para ele se manifestar.
GuSch: O Projeto Adote um Alteta ainda está órfão. Mas tem gente interressada.
Em casa: Sílivo Larsen está devolta em casa, mas não no Sapucaiense e sim no Novo Hamburgo.
Falta: Podemos avaliar um jogo horrível de se ver pelo número de faltas cometidas pelas equipes. No confronto entre Atlético do Paraná e Internacional foram 49 faltas. A média foi de uma falta a cada dois minutos de bola rolando. É brabo.
A volta: Tcheco voltou e com ele a qualidade da bola parada, mais também a falta de marcação no setor do meio de campo tricolor.
Seqüência: Para Celso Roth o atacante Marcel precisa de seqüência de jogo. Ele pediu calma para imprensa e torcida. Mas se o atacante precisa desta palavra que ele citou várias vezes, por que ele deixou o atacante no banco contra o Santos? É aquela coisa: Faz o que eu digo, mas não faz o que eu faço. No caso dele deixar o Marcel no banco.
Matador: Um torcedor falou que o atacante Marcel é um jogador de uma toque na bola, pois se ter mais se complica. No jogo de domingo foi mais ou menos assim. No primeiro gol um toque de cabeça. No segundo, matou no peito e chutou. Para um homem de área não precisa mais que isso, o negócio é fazer gol.
Polêmico: Você sabia que o árbitro Marcelo de Lima que apitou Grêmio e Portuguesa é conhecido no Rio de Janeiro por o juiz da ambulância? Ele deu um W.O para o time do Bom Sucesso porque os enfermeiros da ambulância não tinha a carterinha de enfermagens. Sem os para-médicos não pode sair jogo. Também foi ele que apitou a decisão entre Botafogo e Flamengo, onde os jogadores e o presidente do Bota choraram no final da partida reclamando da arbitragem.
Técnico: Mas um pode estar se despedindo do futebol brasileiro, Caio Júnior do Flamengo, recebeu uma proposta que segundo ele, nunca havia recebido, nem nos tempo de jogadores. É o dinheiro dos Árabes infernizando a vida do futebol brasileiro.
Geninho: Acabou de ser demitido do Botafogo e já vê o seu nome sendo gritado pelos torcedores do Atlético paranaense. É o ônus de ter sido campeão brasileiro pelo clube.
Bi-campeõs: Será que Maicon Sapucaia e Brida, que jogam no Ypiranga de Erechim, ambos ex-Sapucaiense vão ser campeões da segundona outra vez.

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