O vento levou
O vento levou.... ou seria melhor dizer e a chuva levou. Pois aquele joguinho contra o Glória. Acho que foi ali que o time índio deu adeus à classificação. Mas não podemos dar tudo como terra arrasada. O Aimoré deste ano foi o melhor desde a sua volta. Todos aprenderam. A direção, que sabia das dificuldades e tentou fazer um grupo mais qualificado, sempre pensando no clube. O torcedor amadureceu. Soube diferenciar a primeira com a segunda divisão e a diferença, pode apostar, é muito grande. Rodrigo Bandeira nem se fala. Um técnico jovem, que aceitou o desafio que não era fácil, pois sabia da tradição do time e das dificuldades. Mesmo assim foi para o campo de batalha. Talvez, o fim pode ser um ótimo começo.
Dignidade
A classificação ficou distante, mas não impossível, pelo menos matematicamente. O Aimoré precisa golear por mais de sete gols e torcer por resultados paralelos. Eu sempre defendo que no futebol tudo é possível. Claro que neste caso é complicado, mas a equipe leopoldense tem como obrigação vencer o Panambi. Seria uma maneira de agradecer as pessoas que acreditaram e acreditam no clube e independente do resultado sempre estão ali, gritando e torcendo.
Do azul para o vermelho
Inicialmente, o presidente do Internacional, Vitório Piffero, não queria Tite para substituir Abel Braga. Havia alguma resistência por achar que Tite tinha ligação com o Grêmio, o que considero um sentimento legítimo. Fosse o Felipão, isso não teria importância. Mas Tite não é um Felipão. O tempo foi passando e os técnicos pretendidos pelo Inter, Muricy e Autuori, foram ficando longe do Beira-Rio. Restava ao Colorado fazer apostas, nada mais que apostas: Dorival Júnior? Toninho Cerezo? Ney Franco? Todos eles estão abaixo de Tite. Acho que o nome de Nelsinho Baptista foi citado para uma jogada de marketing. Se o torcedor não quer o Tite vamos ficar com ele. Aí veio a rendição. Todos menos Nelsinho. Tite é do Inter.
Quicando a bola
Terreno: Na próxima segunda-feira, a partir das 13h30, o presidente do Grêmio Esportivo Sapucaiense, José Luís Reche Cristianetti, assinará a compra de um terreno de aproximadamente 1,2 mil metros quadrados ao lado do Estádio Arthur Mesquita Dias. As obras de construção de novas arquibancadas ainda não têm data para começar, mas inicialmente o projeto será para 6 mil pessoas.
GuSch: Perdeu. Mas no pátio da escola já podíamos notar a diferença de uma equipe para outra, pelo tamanho do ônibus do pessoal de Farroupilha.
13 junho, 2008
Coluna arquibancada do dia 14 de junho
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