Deu para o gasto
Venceu a equipe mais qualificada, o Aimoré. Para uma estréia ganhar por 3 a 0 sempre é bom. Se o adversário, Estrela, não exigiu muito é outra história. Mas o time índio apresentou um bom futebol. Das novidades, Everton e seu xará Everton Luís foram uma grata surpresa. Juba e Rafinha já são conhecidos e não decepcionaram. Maisena, que chegou para ser o dono da camisa 6 - apesar de jogar com a 19 - mostrou qualidade. Precisa evoluir, mas conhece a posição.
Futuro
Claro que foi o primeiro jogo do Aimoré, mas pelo que observamos o técnico Rodrigo Bandeira já tem um time. Para grupo ele ainda vai precisar rever algumas peças, como por exemplo: Sandro Blum e Oliveira. Este último sentiu a lesão, agora resta saber se foi a mesma que o deixou fora ano passado. Sandro também não consegue uma seqüência de jogos, aliás, ainda não conseguiu jogar. Dois boleiros experientes com problemas semelhantes. Se não resolverem essas lesões, que parecem ser crônicas, a direção aimoresista vai necessitar ir às compras para qualificar o elenco.
Tranqüilidade
Se Sandro e Oliveira são dúvidas para o decorrer do campeonato, Beto, Toto e Ellison mostram um bom entrosamento. Beto continua sendo o maestro do time, girando a bola o tempo todo. Toto é o motor da equipe índia, o que já virou sua especialidade. Ellison está recebendo mais uma chance na ala direita. No domingo se saiu bem, no final não agüentou as cãibras e saiu de maca, deixando o Aimoré com um jogador a menos.
Quicando a bola
Perguntinhas rápidas: Não entendi por que a copa da social do Cristo Rei não estava funcionando no domingo.
Mastros: Outra coisa que chamou a atenção. Por que não havia nenhuma bandeira hasteada? Será que foram esquecidas?
Gre-Nal: Quem conseguirá parar as goleadas da dupla?
03 março, 2008
Coluna arquibancada do dia 4 de março
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